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«Há uma grande vivacidade das estruturas accionistas»
2009/10/20

Jaime Gama, presidente da Assembleia da República (AR), que presidiu à abertura da III Conferência da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), assumiu-se como um «consumidor normal» de meios de comunicação e notou que, nestes tempos de crise na Comunicação Social, «há uma grande vivacidade das estruturas accionistas».

Tendo o tema da conferência como pano de fundo, «A comunicação social num contexto de crise e de mudança de paradigma», o presidente da AR considerou que tal «vivacidade» é gerada por expectativas de crescimento do mercado em torno de novos suportes e pela internacionalização. Constatando a entrada de novos actores empresariais em cena, Jaime Gama sublinhou o carácter multimédia agora subjacente aos grupos de Comunicação Social.

O trabalho de regulação e supervisão da ERC, bem como os relatórios que tem vindo a publicar, foram enaltecidos por Jaime Gama, pois, defendeu, são elementos muito interessantes para quem precisa de conhecer o sector da comunicação social. Apesar do reparo às vendas determinadas, em muitos casos, pela pior qualidade, Jaime Gama congratulou-se com a «liberdade de não consumir» e por viver num país onde existe «liberdade de imprensa e pluralidade».

Azeredo Lopes, presidente do Conselho Regulador, foi o primeiro a usar da palavra. Anunciou a apresentação do Relatório Anual da ERC, «um instrumento de referência», e realçou o papel da Entidade na defesa da liberdade de expressão dos cidadãos e dos direitos fundamentais.

Durante os próximos dois dias, o Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian estará por conta de uma assistência constituída por proprietários e administradores de grupos de média, directores de órgãos de comunicação social, jornalistas, académicos e estudantes das áreas das Ciências da Comunicação e Tecnologias de Informação.

Todos os painéis da III Conferência da ERC serão transmitidos em vídeo via internet.